Livro: 36 perguntas que mudaram o que sinto por você
Série: Não
Gênero: Romance, Jovem AdultoAutora: Vicki Grant
Editora: Galera Record
Páginas: 252
Ano: 2019
Sinopse:
Inspirado por um estudo real de psicologia, popularizado pelo The New York Times e a coluna Modern Love.
Hildy e Paul têm as próprias razões para participar de um estudo do departamento de psicologia da universidade local que tem o intuito de “facilitar uma proximidade pessoal e, talvez, resultar em um relacionamento”.
O experimento consiste em 36 perguntas, algumas inofensivas, como Quando foi a última vez que cantou sozinho?; outras nem tanto, como Qual sua mais terrível memória? As questões ajudam os dois a desnudar para o outro — e para si mesmos — sentimentos muitas vezes reprimidos.
Segredos são revelados; vulnerabilidades, expostas. Hildy e Paul chegam ao fim do questionário entre risos e lágrimas, e baiacus voadores! Mas a pergunta mais importante permanece: eles se apaixonaram?
Resenha:
Esse livro é uma ficção inspirada em um estudo real chamado "A geração experimental da proximidade interpessoal" desenvolvida na década de noventa pelo psicólogo Dr. Arthur Aron. São 36 perguntas que devem ser respondidas a dois no prazo de mais ou menos 45 minutos. Quando o estudo foi criado a intenção era aproximar essas pessoas, criar uma conexão entre elas, não somente para fins românticos. Mas então começaram a se formar casais e muitos terminaram em casamento. E vários outros estudos vieram usando as 36 perguntas como base. E até uma colunista do jornal The New York Times resolveu aplicar a técnica, deixando o estudo mais famoso do que já era.
E a autora criou uma ficção baseada nessas 36 perguntas. As perguntas usadas na história são as mesmas criadas pelo Dr. Aron em seu estudo. E quem vai responder as perguntas são nosso protagonistas Hildy e Paul. O estudo está sendo feito por um doutorando de uma universidade, que está interessado em descobrir se consegue influenciar voluntários a desenvolver algum vinculo interpessoal intimo com outro participante e se esse vinculo pode evoluir para um relacionamento romântico. Quando Hildy descobre sobre o que é o estudo, ela desiste de participar, mas acaba mudando de ideia porque no fundo ela sempre quis encontrar sua cara metade. Já Paul vai responder porque o estudo paga 40 dólares a todos participantes.
E logo no começo do livro já fica claro que eles são o oposto um do outro, e que em outras circunstancias eles nunca teriam um relacionamento de nenhum tipo, então resta saber se as perguntas vão funcionar com eles. O livro é em sua maior parte feito dos diálogos entre os dois, tanto presenciais, como pelo Facebook, mas também temos interações da Hildy com seus amigos e familiares. E gostei bem mais das partes onde eles dialogam, porque além de ser mais dinâmica, dá aquela sensação de intimidade que todo livro romântico deve ter. E falando em romance, o livro é indicado para os românticos de plantão e assim que vi isso pensei, o livro é para mim. E amei a história.
E a autora criou uma ficção baseada nessas 36 perguntas. As perguntas usadas na história são as mesmas criadas pelo Dr. Aron em seu estudo. E quem vai responder as perguntas são nosso protagonistas Hildy e Paul. O estudo está sendo feito por um doutorando de uma universidade, que está interessado em descobrir se consegue influenciar voluntários a desenvolver algum vinculo interpessoal intimo com outro participante e se esse vinculo pode evoluir para um relacionamento romântico. Quando Hildy descobre sobre o que é o estudo, ela desiste de participar, mas acaba mudando de ideia porque no fundo ela sempre quis encontrar sua cara metade. Já Paul vai responder porque o estudo paga 40 dólares a todos participantes.
E logo no começo do livro já fica claro que eles são o oposto um do outro, e que em outras circunstancias eles nunca teriam um relacionamento de nenhum tipo, então resta saber se as perguntas vão funcionar com eles. O livro é em sua maior parte feito dos diálogos entre os dois, tanto presenciais, como pelo Facebook, mas também temos interações da Hildy com seus amigos e familiares. E gostei bem mais das partes onde eles dialogam, porque além de ser mais dinâmica, dá aquela sensação de intimidade que todo livro romântico deve ter. E falando em romance, o livro é indicado para os românticos de plantão e assim que vi isso pensei, o livro é para mim. E amei a história.
Só não dei nota máxima porque achei que a historia começou muito bem, mas deu uma caída no meio e depois subiu o nível de novo e terminou de uma forma linda que me fez derreter e até arrancou umas lágrimas. E olha que o final é semiaberto, mas nem isso incomodou. A história tem aquele tom de comédia romântica, de filme de sessão da tarde que não tem como não se apaixonar. A diagramação do livro está de encher os olhos. A cada nuance da história ela é representada de uma maneira e até temos algumas ilustrações. E achei a capa linda. Já disse que amo rosa e esse tom é um dos meus favoritos. E gosto de capas assim somente com o título e algumas ilustrações. Dá todo um charme ao livro.
Mas não é só de romance que o livro é feito. Temos drama também, com os dois personagens se revelando ao longo das perguntas. Que aliás não ficam só nas respostas específicas, mas cada pergunta leva a vários assuntos, mesmo o que nenhum dos dois quer falar. Como lemos a história pela perspectiva da Hildy, não conhecemos o Paul tanto assim, mas ele é o típico personagem de livros jovens adultos, que no princípio parece ser um bad boy, mas que acaba de revelando um fofo. Já Hildy eu fiquei meio em cima do muro com ela, porque ao mesmo tempo que eu gostava dela, tinha algumas coisas nela que me incomodavam. Mas enfim, é um livro que eu indico para quem é fã do gênero. Com certeza você vai se divertir e se apaixonar lendo a história. E quem quiser tentar responder as perguntas com alguém, fica a dica, vai que ...
Nota:
"— Vou te ensinar uma coisa. O amor é como qualquer outra coisa. Você vai fazer besteira algumas vezes até acertar. Só não deixe de errar com vontade. Do contrário não vale a pena.
— É, isso aí. Na verdade, isso eu já fiz.
— Excelente. Então vá lá e faça besteira de novo. Não vai se arrepender. Ou, na verdade, talvez se arrependa. Mas não tanto quanto se você não tentasse."
Nota:


