27 outubro 2020

Resenha | Casa de Terra e Sangue - Sarah J. Maas

Livro: Casa de Terra e Sangue
Série: Cidade da Lua Crescente #01
Gênero: Fantasia
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Páginas: 896
Ano: 2020

Resenha:

Uma eternidade antes os vanir se esgueiraram pela Fenda do Norte e tomaram Midgard, evento esse conhecido como Travessia. Desde então a vida não é nada fácil para os humanos. Somente em Lunathion, também conhecida como Cidade Da Lua Crescente, eles ainda tem alguns direitos. E se não é fácil para os humanos, é ainda pior para os mestiços. Bryce Quinlan que é metade feérica e metade humana, sempre sentiu na pele essa dificuldade. Porque apesar de ter herdado as orelhar pontudas do pai feérico, praticamente todo o resto, inclusive a fragilidade humana, ela herdou de sua mãe. Mas não foi por interesse que Bryce se tornou a melhor amiga de Danika Fendyr, alfa da Matilha dos Demônios, há cinco anos quando se conheceram na Universidade.

As duas tem uma ligação de almas e até juraram fazer a Descida juntas daqui a quatro anos quando completarem vinte e sete. A Descida é um ritual onde os vanir tomam posse total de seus poderes e a imortalidade é alcançada, mas mesmo antes disso Danika já é uma das mais poderosas de sua espécie. Mas antes disso elas querem mais é se divertir e Danika é conhecida como a Princesa Baladeira. Mas nem só de festas vivem as amigas. Enquanto Bryce trabalha em um antiquário e no momento está encarregada por sua chefe de encontrar o Chifre de Luna, uma relíquia feérica que foi roubada recentemente, Danika e sua matilha fazem a patrulha da Praça da Cidade Velha e eles foram responsáveis pela prisão de Philip Briggs, um dos rebeldes da Keres, responsáveis por uma série de explosões.

Mas Briggs é solto por um detalhe técnico e no mesmo dia se torna o suspeito e posteriormente é preso acusado de ser o mandante de uma tragédia sem tamanho que vira o mundo de Bryce de cabeça para baixo. Mas dois anos depois sua culpa é colocada em dúvida, porque um vampiro é encontrado morto com o mesmo modus operandi do crime pelo qual Briggs foi preso. E como Bryce é o único elo entre os dois crimes e também ela foi a única a ver o demônio supostamente invocado por Briggs, ela é designada para investigar os crimes e Bryce terá a ajuda e proteção de Hunt Athalar, o Umbra Mortis, o anjo caído que foi escravizado após liderar uma rebelião e hoje trabalha para o arcanjo Micah Dominus, o governador de Lunathion. 

Desde que li Corte de Espinhos e Rosas me apaixonei pela escrita da Sarah, e quando li Trono de Vidro então, quis ler tudo o que essa mulher escreve, por isso não poderia deixar de me animar quando lançou Casa de Terra e Sangue, primeiro livro da série Cidade da Lua Crescente, mesmo já tendo lido algumas resenhas bem negativas sobre a história e também algumas polêmicas envolvendo a questão da representatividade nos livros da autora e a tradução do livro para o português. E como já esperava, amei o livro e entrou no ranking de melhores livros do gênero que já li. Claro que assim como todo livro, ele não é perfeito, mas todas as coisas boas nele compensam uma ou outra falha que ele tem.

E já vou começar falando sobre as polêmicas. A Sarah é bastante criticada por não colocar representatividade em seus livros e nesse parecia que ia ter alguma quando falou-se que um dos protagonistas seria negro. Mas então a cor da pele dele foi "mudando" ao longo da história e na tradução para o português ela clareou de vez. Claro que concordo que é necessário termos protagonistas negros e toda classe de representante sim, principalmente em livros com tanta visibilidade como os dela, mas discordo de se julgar uma história por isso. Basta entender que ela é uma autora branca que escreve personagens brancos e dar mais valor para autores negros que existem no mercado que a polêmica acaba. Sem falar que estou cansada de vez autores famosos dizendo que tem representatividade em seus livros e na verdade não passa do melhor amigo gay, que não faz nenhuma diferença. 

Quanto a outras criticas que li como o tamanho do livro ser desnecessário para a história que ela escreveu e sobre ser uma cópia de seus outros livros e personagens, vou falar o que acho. A Sarah tem seus fãs e me incluo nessa, e tenho certeza de que quanto maior o livro melhor.  "Ah mas ela enrolou muito e não acontece praticamente nada", quem disse isso por acaso leu Trono de Vidro? Porque os três primeiros livros da série juntos acontece menos do que nesse. E não concordo com o não acontece nada porque teve cada coisa de tirar o fôlego nesse livro. Sobre ser uma copia, ou mistura de TOG e ACOTAR, outra vez pergunto, já leram Nicholas Sparks, Rick Riordan e Cassandra Clare só para citar alguns? Porque não vejo nada de novo nesses autores citados, seus livros tem todos a mesma formula. 

Mas isso é uma coisa ruim? Se você for levar para o gênero do suspense, é claro que queremos uma história e principalmente um final que nos surpreenda, mas eu particularmente quando amo um estilo como acontece com a Sarah, quero sempre ler mais daquilo. Bryce não chega nem perto do carisma da Aelin ou da Feyre, mas é uma boa protagonista sim, assim como Hunt não se equipara ao Rhys, mas gostei mais dele do que do Rowan. E o desenvolvimento do casal é igual o dos outros livros? Sim é, mas como já disse antes, eu não acho isso ruim. Até porque quando gosto muito de uma coisa, sempre acabo procurando outras histórias parecidas com o que acabei de ler.  

Não vou negar que o começo do livro é dificil. Até porque a autora colocou uma salada de criaturas na história. O que você imaginar tem por aqui. E como além disso tudo temos um novo cenário, com novas regras e mitologias para entender, eu por vezes voltava algumas folhas para melhor compreender as informações que estava recebendo. E também não nego que a investigação se estende por algumas páginas a mais, mas acredito que tudo o que vem sendo contado ali é para construir a estrutura da história e também o relacionamento dos protagonistas. Porque não dava para acontecer o que acontece lá pelo final do livro se não acreditássemos que eles tinham um relacionamento sólido. 

Agora o que não consegui ver foi o porque dessa nova série ser classificada como de adultos se tem as mesmas coisas que as outras duas séries da autora também tem. Ou é tudo adulta ou é tudo jovem adulto, porque as cenas violentas e as cenas de sexo são no mesmo nível. Só se for pelo uso de drogas que nesse livro rola solto. Mas enfim. Eu adorei a história e indico para todos os fãs da autora sim. Acredito que cada um tem sua opinião e até por isso temos que ler e tirar nossas próprias conclusões. Não é porque eu amei ou vice-versa, que todo mundo vai achar o mesmo que eu. Enfim, leiam e depois me contem o que acharam. Quanto a capa não gostei tanto quanto das capas das outras séries, mas pelo menos não fizeram a besteira de querer dividir o livro em tomos, igual fizeram em Trono de Vidro.

Nota:







17 comentários:

  1. Oii Sil

    Que resenha, aplausos. Eu entendi teu ponto de vista e concordo com muito do que vc disse. Me incomodou bastante ver a pele do personagem ir clareando na tradução, mas tb acho que simplesmente querer queimar o livro só por conta disso é excessivo.
    Pelo que entendi ele está classificado como adulto por ter temas como drogas, sexo e violência, mas realmente é complicado entender essas classificações ja que Acotar tb tinha muita coisa e está como juvenil, vai saber...
    Eu não me considero fã da Sarah. Sou até bem receosa, porque os livros dela eu amo ou não gosto, é dificil achar um meio termo e acho que ela enrola horrores em todas as sagas, e isso pra mim desestimula mas... esse livro foi tão criticado e tb ao mesmo tempo citado e lembrado que é impossivel não ficar curiosa. Talvez eu leia, quem sabe no final de ano quando estiver tranquila de tempo pra entender bem todo esse universo aparentemente bem complexo que a J. Maas criou aqui.

    Beijos, Ivy

    www.derepentenoultimolivro.com

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  2. Oi
    ainda não li nada da autora, mas já estou com o livro dela aqui, esse enredo também chama a minha atenção e que bom que gostou da leitura, eu acho legal o tema abordado pela autora sobre féricos.
    Realmente Rick Riordan, Nicholas seguem a mesma formula em seus livros e mesmo assim eu adoro os livros do Rick, não vejo problema nenhum nisso, desde que a história cative.

    http://momentocrivelli.blogspot.com/

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  3. Olha, eu acho que branquear personagem é o cumulo, um absurdo..... mas que bom que você curtiu a leitura!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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  4. Oi, Sil
    Que bom que sua experiência com ele foi boa. Eu tô vendo um mix de opiniões divergentes. Alguns falam que o excesso de drogas é cansativo e que as coisas só ficam interessantes lá para o final, e outras amam como você. Infelizmente Sarah J Maas não ganha mais espaço na minha estante, já percebi que não curto muito os livros dela :c
    Beijo!
    http://www.capitulotreze.com.br/

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  5. Oi Sil,
    Tenho curiosidade de conhecer as publicações da autora pelas tretas, amooo haha
    E eu adoro féericos/fadas essa pauta certamente já me deixa animada.
    Eu vi pelo twitter, mas nem imaginava que tinha essa quantidade de página. Chocada!
    E você tem razão, tem autor por aí que desde que comecei o blog nunca vi lançando nada original, segue mastigando migalha de série lucrativa eternamente.

    tenha uma ótima semana :D
    Nana - Canto Cultzíneo

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  6. Olá. Só falo uma coisa: o autor DEVE ser livre para escrever o que ele quiser na ficção dele. Ah, não gosta do que ele criou porque não tem representatividade? FODA-SE!
    As tramas de ficção trazem mensagens e são um pouquinho daquilo que o autor tem a oferecer. Querer moldar a criatividade de um autor é como querer mandar nos pensamentos dele. Não gosta do que ele escreve? Não lê. Simples asim. Nenhum autor DEVE ser obrigado a "planejar" suas histórias de acordo com representatividade nenhuma. Vamos parar com esse modo de censura ou forma velada de querer ditar como deve ser a imaginação de uma história de ficção.

    Se o autor escrever uma história legal, ele terá seu leitor. Simples assim. Talento é talento. Não adianta querer ser lido só porque a trama ou a autoria segue "normas" atuais de representatividade. E ponto final.

    Sobre a história em si. Você ficou bem entusiasmada. Espero que continue assim. Esse padrão "lento" e "demorado" que você relata ouvir de outros leitores sobre o ritmo da obra parece semelhante às obras da família King, que são escritas, na verdade, com auxílio de toda uma equipe. Acredito que neste caso tamvem5 deve ser assim. Isso deve ser comum naquelas terras. Ese jeito de escrever uma história.

    Um abraço

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  7. Oi Sil,

    Adorei sua resenha acho que você falou tudo que precisava ser dito.
    Eu tinha lido tantas criticas que fiquei com um pé atrás, mas como adoro os livros não deixei de comprar e ler, porque eu queria ter minha própria opinião sobre a história e eu também gostei muito que encontrei e dei a mesma nota que você.
    Tem seus pontos a melhorar? Sim. A formula é a mesma? sim, mas como você disse tantos autores usam a mesma fórmula em seus livros e não vejo esse bláblá do povo.
    Sobre a tradução sobre a cor, confesso que mal percebi pois estava focada no mistério da leitura que o livro fluiu que nem vi e também não me incomodei nenhum um pouco sobre isso.
    Espero que as pessoas deem a chance de ler, pois acho que vão curtir a história.

    Bjs
    https://diarioelivros.blogspot.com/

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  8. Oi, Sil! Tudo bom?
    Que bom que essa leitura não foi uma bomba pra ti. Eu, honestamente, forcei a amizade até o máximo nos 40% e depois não deu mais. Nem Stephen King enrola TANTO com coisa inútil pra nada, meu pai.
    Sobre a questão de representatividade, acho certíssimo a coisa de exigir mais atenção dos leitores em autores de cor. Mas a SJM é uma mega-seller, então eu acho totalmente errado e uma papagaiada antiquada só ter personagem hétero/cis/branco. A gente precisa SIM olhar mais para autores de minorias e que representem as vozes pouco representadas nas ficções, mas quando tu tem uma pessoa com esse alcance, exigir diversidade (com olhar sensível, o que não teve aqui, vide o Hunt fazendo bingo em todos os esteriotipos problemáticos de personagem negro) de quem já está no topo.
    Ela não vai ceder o lugar dela dos mega-sellers que a gente sabe, então o mínimo é a mulher tomar vergonha na cara e parar de escrever tanto padrãozinho.
    De resto eu infelizmente larguei essa série, foi um adeus até mais ver bon voyage HUSAHUSHAUHUSAUHSAUHSA Tô na corda bamba com o livro de Nessian, porque se ela ferrar meu OTP supremo ai a amizade acabou pra sempre.

    Beijos, Nizz.
    www.queriaestarlendo.com.br

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  9. Oi, Sil!
    Amei sua resenha :D
    Nunca li nada da Sarah, mas tenho muita vontade! Quando esse livro lançou eu fiquei curiosa, mas não curto muito histórias com demônios e tals e confesso que o número de páginas me assustou um pouco haha.
    Vi a problemática da tradução no Twitter e entendo o pessoal que ficou chateado, mas super concordo com você! Há livros e personagens para todos os gostos, se os leitores valorizassem mais outros autores eles teriam o mesmo alcance que a Sarah tem!
    Que bom que a história não decepcionou, mesmo sendo um tanto arrastada.

    Estante Bibliográfica

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  10. Esse livro é um deslumbre, uma pena que vc não tenha gostado tanto da capa, por que eu já tinha falado que a amei, haha, achei artística. E olha a ilustração desse mapa também *-* Enfim, nunca li nada da autora, mas Corte de Espinhos e Rosas segue na minha lista para ler quando eu tiver a oportunidade.
    Confesso que o tamanho desse livro me assusta um pouco, mas quando a história é boa, o número de páginas não é algo importante. E concordo com você, quando a gente gosta de um gênero, sempre quer ler mais daquilo, eu por exemplo amo suspenses, e apesar de os plots principais ficarem pro final, eu conheço bem a fórmula do gênero e não me importo com ela, mesmo sabendo que boa parte do desenvolvimento dos suspenses serve pra me fazer de trouxa e enganar de modo geral os leitores, haha. E em relação à representatividade, acho ruim quando um autor insiste no padrão, mas também é necessário entender o gênero, a ambientação e cultura da história do livro. E concordo contigo, quer representação? Comece por dar valor à autores que significam por si só representatividade, como autoras mulheres (negras) e nacionais.
    Enfim, achei ótima a sua resenha, mas ela é principalmente importante para rebater os estigmas de quem já leu o livro.
    Beijo, Blog Apenas Leite e Pimenta ♥

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  11. A proposta da história é bastante interessante para o gênero e não me importo se o autor usa a mesma formula se a história fica boa, eu amo clichês então não tenho o que falar. Sobre representatividade: eu sempre acho importante que autores relevantes sejam representativos independente se é branco, preto, amarelo... representatividade é importante, sim! Isso não significa ditar regras, mas entender que o mundo é plural demais pra ter uma criatividade tão rasa a ponto de descartar a diversidade do mundo. Nicholas Sparks é um exemplo de autor que eu amava ler, sua escrita e os clichês sempre me cativaram, mas com o tempo aquela padronização de personagens brancos me cansou, estava distante demais de mim. Mas enfim, que bom que gostou do livro e espero que um dia esses autores que tem público grande acordem e olhem o tanto de coisa que eles podem explorar e dar voz.

    Beijos
    http://www.leiapop.com/

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  12. Ei, Sil, tudo bem? Eu sou uma fã dos trabalhos da Sarah, Aelin na minha opinião é uma personagem apaixonante, mas já não sinto o mesmo por Feyre, e do mesmo modo acho o Rhys incrível e o Rowan nem tanto, livros são livros e foram feitos para serem lidos, é como você disse, tem muitas opiniões negativas, mas eu acho que o certo é nós mesmos tirarmos nossas próprias conclusões, assim como você fez. Eu tô empolgada para ler esse livro, e vou fazer isso o quanto antes. A sua resenha está incrível, cheia de considerações e tudo mais. Sobre a representatividade, eu fico meio receosa, os livros são dela, é uma história dela, eu não acho que as pessoas deveriam ficar julgando ou pressionando a autora para fazer escolhas, é mais fácil não ler, se o livro não é de acordo com os princípios de cada um, e é como você disse, é mais fácil exaltar e valorizar os livros que já tem representatividade. Eu amei a resenha. Beijocas!

    https://resenhabookshouse.blogspot.com/?m=1

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  13. O enredo da história é interessante, embora seja provável que, se traduzido para o meu país, a história da cena do sexo seja omitida porque meu país ainda não está aberto ao tema do sexo.
    Sua crítica é boa.

    Saudações da Indonésia.

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  14. Oi Sil, eu concordo contigo. Acho que se a gente gosta de um autor, não importa se ele faz sempre receitinha de bolo, a receita dele deu certo pra gente e isso que importa... rs Eu nunca li os livros da Sarah, mas sou bem curiosa para conferir Trono de vidro, mas não sabia das resenhas negativas. Com relação à representatividade, eu acho que temos que ter sim, mas não é algo obrigatório para toda história uai. Acho que depende do autor querer escrever (e saber desenvolver) sobre um assunto, não ir por onde o público quer que seja, se não fica robótico demais e perde a graça.
    Que bom que esse livro funcionou para você, a capa dele realmente não é lá essas coisas, rs. Mas o que importa é o enredo, que é bem maneiro e, com certeza, eu leria.
    Bjks!

    Mundinho da Hanna
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  15. Lendo os livros da Sarah eu só consigo pensar "como pode tudo isso sair de uma cabeça só???"
    Algumas pessoas dizem que é mais do mesmo, mas essas mesmas pessoas leram TODOS os livros hahaha

    Bela sem a Fera

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  16. Oi, Sil. Tudo bem? O livro parece ser incrível não é mesmo? Que bom que gostou da leitura. Adorei a capa dele. Excelente sua resenha. Abraço!



    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  17. Oi Sil,
    AAAAAAAAAAA saiu sua resenha e estou feliz que não fui a única que gostei desse livro!
    Preciso escrever minha resenha ainda, essas últimas semanas está sendo uma loucura, mas enfim... O que eu quero dizer é que estava com tanto medo depois das críticas que li que quando eu comecei a gostar, achei que tava lendo algo errado, rs.
    Sobre o 'enbranquecimento' dos personagens, vou falar que é algo que eu desligo durante a leitura, porque eu NUNCA imagino os personagens como ele são. NUNCA. KKKKKK
    Pode falar que ele é verde de pintinhas amarelas, se eu o vejo azul com corações vermelhos é assim que será até o final. Tanto que sempre me surpreendo quando vejo fans-arts. kkkk
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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