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05 janeiro 2019

Resenha | A Heroína Da Alvorada - Alwyn Hamilton


Livro: A Heroína da Alvorada
Série: A Rebelde do Deserto #3
Gênero: Fantasia
Autora: Alwyn Hamilton
Editora: Seguinte
Páginas: 384
Ano: 2018

Contêm spoilers dos livros anteriores nos 3 primeiros parágrafos. 

Resenha:
Quando conhecemos Amani ela era mais uma das muitas mulheres oprimidas pelo machismo que impera em Miraji, e sonhava em ser livre um dia. E quando a situação que estava ruim fica insustentável, ela precisa fugir e faz isso com a ajuda de Jin, um forasteiro que ela acabou de conhecer e que depois ela descobre ser um dos muitos filhos do sultão que está aliado a Ahmed, o herdeiro legitimo do sultão, mas que foi acusado pelo pai de traição e está promovendo uma rebelião no deserto para tirar o trono da tirania do pai. Amani se junta a rebelião e ainda descobre que não é humana e sim uma demdji, filha de um imortal Djinni, e que tem o poder de controlar a areia do deserto.

E quando Amani e os outros rebeldes acham que estão ganhando terreno, ela é traída por alguém que menos espera e acaba presa no palácio do sultão, que descobre seu nome verdadeiro controlando assim a vontade de Amani. Mas Amani está presa dentro do palácio e usa isso a favor da rebelião. Ela encontra outros rebeldes dentro do palácio e amigos de sua antiga vila que ela achava estarem mortos. Mas o sultão é mais inteligente do que Amani supôs e novamente eles são traídos e a maior parte da liderança dos rebeldes são presos e o príncipe Ahmed é executado na frente de todos. O que ninguém sabe é que não foi Ahmed que morreu e sim um dos demdji se passando por ele. E agora resta a Amani liderar o que restou dos rebeldes em uma ultima tentativa de sobrevivência.


A primeira coisa que eles precisam fazer é libertar os que foram pegos. Mas eles mal tem tempo de se reorganizar e o sultão já está um passo a frente deles. Segundo a bussola de Jin, que faz par com a que está com Ahmed, eles não estão mais em Isman. E quando pensam em sair da cidade eles descobrem que o sultão colocou um muro de fogo que impede tanto a saída deles, como a entrada dos exércitos inimigos que estão cercando a cidade. Mas tem uma pessoa que sabe de todos os planos do sultão e é responsável por eles funcionarem: a princesa Leyla. Amani sequestra Leyla e descobre como sair da cidade e também o local para onde os rebeldes capturados foram levados: Eremot, local onde segundo a lenda, está aprisionada a Destruidora de Mundos. E cada dia que passa Amani tem ainda mais dúvidas de se tomou a decisão certa em se oferecer para liderar o grupo de rebeldes. 

"Estávamos enfrentando um homem que tinha exércitos e fogo djinni ao seu dispor. E o que eu era? Ninguém. Uma garota com uma arma vinda dos confins do deserto. Para a maioria das pessoas, sequer tinha um nome. Era somente a Bandida de Olhos Azuis."

Terminei, mas não queria ter terminado. Sabe quando você começa o livro e quer ler tudo de uma vez para saber o final, mas ao mesmo tempo quer ler bem devagarzinho para não ter que se despedir da história e dos personagens? Posso dizer sem sombra de dúvida que essa trilogia foi uma das melhores que li na vida e esse ultimo livro foi um dos melhores, se não o melhor, do ano. Que final foi esse? Eu tenho que tirar o meu chapéu para autora porque faz tempo que eu não lia um livro com um final tão perfeito quanto esse. É tão fácil se perder no final da história, as vezes por não saber como terminar mesmo, ou pela história ter crescido tanto e o autor não consegue fechar todas as pontas soltas. Mas aqui não, a autora terminou a história com mestria.

Amani e Jin são perfeitos juntos. E estou tão apaixonada pelo Jin que eu até chorei porque ele não é real. Ele é meu crush atual. E o engraçado é que as partes românticas do livro são menos de 5% da história. Mas quando elas acontecem é como se os sentimentos pudessem ser tocados, de tão lindos que são. Chega a dar um nó na garganta e um aperto no peito ao ler as cenas que os dois interagem romanticamente. E elas são apenas isso, românticas, porque não tem cenas hots, nem nada do tipo. Mas é tudo de uma delicadeza que contrasta com a dureza da guerra que eles estão vivendo. 

"Tínhamos nos beijado uma centena de vezes antes. Mas aquela pareceu diferente. O beijo parecia de novo o primeiro (...). Quando tudo em mim pareceu ter despertado sob suas mãos. Quando ele transformou minha faísca em fogo, sem que eu entendesse como alguém tinha poder suficiente para fazer isso comigo."

Amani é uma personagem que me conquistou desde o primeiro momento em que conheci ela. É incrível ver como ela mudou e cresceu ao longo dos livros. E nesse terceiro livro dá para perceber bastante o quanto ela mudou para melhor, porque suas decisões não são as mesmas lá do começo dessa jornada. E eu queria bater nela algumas horas por causa dessas decisões, mas ao mesmo tempo ficava orgulhosa ao ver o quanto ela estava sendo correta e leal, e em vez de bater nela queria era dar os parabéns. Coisa que aliás o Jin fazia por mim porque ele foi de um apoio irrestrito as escolhas dela. Mesmo quando ele não concordava, ele não a julgava nem lhe virava as costas. 

Uma coisa que amei nessa trilogia foi que todos os personagens tiveram seu espaço na história. Estou cansada de ver autores que criam personagens só para fazer figuração. Aqui, todos que apareceram ao longo dos livros teve seu motivo para estar ali. E como chorei quanto precisei me despedir de alguns deles. São personagens que vou levar no meu coração. E para não falar somente do casal protagonista, quero falar um pouco sobre Shazad. Que emoção ao ver a amizade entre ela e Amani. Shazad é uma guerreira, e por vezes salvou a vida de todo mundo. Mas ao mesmo tempo ela é tão humana quanto Amani e assim como Amani, ela erra. Mas as duas não perdem a esperança em nenhum momento, por mais dificil que seja a situação apresentada. E o livro fala bastante sobre esperança, mesmo que a luta já pareça perdida, ainda vale a pena lutar por aquilo que se acredita.

E sobre a mitologia, esse terceiro livro foi o que mais teve. Amani interage boa parte da história com um djinni e é muito legal acompanhar a inteiração entre eles, com Amani tentando ser mais esperta que muitos antes dela, que tiveram seus desejos realizados, mas que foram enganados pela colocação das palavras. Acho que se tivesse que falar algo de "mal" do livro foi que queria muito ter lido algumas passagens pelos olhos de outra pessoas sem ser o de Amani. Algumas partes da história mesmo, seriam muito melhores se tivesse a narração de qualquer um deles. Mas isso é só um detalhe. E outra coisa que amei é que no final temos uma espécie de visão do futuro e amei tudo o que o destino reservou para os personagens. A capa e a edição seguem o mesmo padrão de qualidade dos dois livros anteriores. E para finalizar, preciso recomendar a trilogia a todos que curtem o gênero e para quem quer se aventurar nele também.

Nota:






23 dezembro 2018

Resenha | A Traidora Do Trono - Alwyn Hamilton


Livro: A Traidora do Trono
Série: A Rebelde do Deserto #2
#1 - A Rebelde do Deserto
Gênero: Fantasia
Autora: Alwyn Hamilton
Editora: Seguinte
Páginas: 440
Ano: 2017

Contêm spoilers do livro anterior nos três primeiros parágrafos.

Resenha:
Amani era mais uma mulher oprimida entre as muitas que viviam na Vila da Poeira no Ultimo Condado, umas das cidades de Miraji governada com punho de ferro pelo sultão Oman. Seu sonho era ir para a capital Izman, onde sua falecida mãe sempre dizia que a vida era melhor e mais fácil. Para conseguir fugir da casa de seus tios, Amani precisava de muito dinheiro e por isso foi vestida de homem até uma cidade vizinha participar de um torneio de tiro. Foi onde ela conheceu Jin, um forasteiro que atira tão bem quanto ela. O torneio acabou em confusão e Amani precisou voltar para casa de mãos vazias. Mas no dia seguinte ela e Jin voltaram a se encontrar e foi quando ela descobriu que Jin é procurado pelo exército do sultão por traição e acaba tendo que fugir junto com ele para não ser morta.

E enquanto fugiam pelo deserto, Amani precisou enfrentar algumas criaturas imortais e descobriu que Jin na verdade é um dos filhos do sultão e estava aliado a Ahmed, o herdeiro do sultão que está promovendo uma rebelião para derrubar o pai. E quando se juntou a rebelião, Amani descobriu que não é humana e sim uma Demdji, filha de um djinni com uma humana e que além de não conseguir mentir, de suas palavras serem como uma profecia, ela ainda tem o poder de comandar a areia. E foi graças a esse poder recém descoberto que eles conseguiram vencer a batalha em Fahali. E quando as pessoas das outras cidades viram que Ahmed podia sim se sair vencedor contra o pai, muitos se juntaram a ele e agora, seis meses depois, Ahmed controla boa parte de Miraji e cada vez mais pessoas se juntam ao príncipe rebelde.

Amani ainda está aprendendo a lidar com seu poder, mas sua fama já correu o mundo, fama essa que é merecida, mas cada vez que falam sobre ela, as pessoas aumentam um pouco as coisas. E há dois meses ela quase morreu em uma missão e quando acordou Jin tinha partido para outra missão e só agora ela descobriu que não foi Ahmed quem o enviou, Jin quis partir. Ainda confusa com seus sentimentos por Jin, o acampamento é atacado, e Amani é traída por alguém que ela nem imaginava e é levada presa para o palácio do sultão. E ele sabe seu nome verdadeiro, por isso tem total controle sobre Amani. Mas ela agora é uma guerreira e está dentro do palácio do sultão e vai usar isso a seu favor.

"Não havia sobrado nada da garota do deserto. Estava mais bonita do que nunca, mas me sentia artificial, como se fosse outra pessoa.
Mas eu sabia quem era. Eu ainda era uma rebelde."

A Rebelde do Deserto foi um livro que me surpreendeu muito, por isso estava com as expectativas lá nas alturas para ler esse segundo livro. E confesso, foi uma das melhores sequencias que já li na minha vida. Acho que tirando Corte de Névoa e Fúria, que me tirou o chão no segundo livro, esse foi o melhor segundo livro que li até agora. Tanto que nem sei o que escrever aqui para tentar convencer todo mundo a ler essa trilogia. Só não favoritei ele porque eu ainda prefiro terceira pessoa, ou então a autora poderia ter escrito a história com outros personagens narrando, até porque eles são separados e só ficamos sabendo o que acontece ao redor de Amani, e queria muito saber o que estava acontecendo com os outros rebeldes.

O ponto forte dessa trilogia sem duvida nenhuma é a Amani. Eu já li muitos livros com personagens femininos incríveis, mas a Amani está superando todas elas. Eu me apaixonei de uma forma pela personagem que até parece que sou eu que está ali vivendo tudo aquilo. A Amani é simplesmente humana. Ela não é perfeita, ela comete erros, ela confia nas pessoas, ela acredita que essas mesmas pessoas podem mudar. E quando as coisas dão errado, ela não se desespera ou senta e espera que algum homem venha salvar o dia. Ela toma as rédeas da situação e usa o que estiver a seu alcance para contornar a situação. Ela sabe de suas fraquezas, mas escolhe ver seus pontos fortes. Ela é incrível.

E mais uma vez me derreti com o romance entre ela e Jin. E o engraçado é que se tem umas vinte páginas que eles estão juntos no mesmo lugar entre as mais de quatrocentas do livro, é muito. Mas o amor entre eles não é daqueles que precisa ficar se tocando ou fazendo sexo para mostrar que ele existe. Você vê ele nas atitudes de Amani, nos seus pequenos gestos e decisões. E quando eles finalmente se encontram é como se algo estivesse preso dentro da gente querendo ser libertado. Eu amo a relação deles e o Jin garantiu um lugarzinho no meu coração. Por isso queria muito ler alguns capítulos pelo seu ponto de vista, acho que acrescentaria demais à história.


No primeiro livro nós conhecemos o lado dos rebeldes e dessa vez vamos conhecer o líder a ser derrubado. E geralmente não vemos isso nos livros, mesmo que sabemos que existe o "vilão", ele é aquele personagem que permanece lá longe, intocável. Aqui não, nós vamos conhecer o sultão e ver que existe dois lados na mesma moeda. O sultão foi um personagem que me chamou bastante atenção. Ele é inteligente, muito mais do que os que estão querendo derrubá-lo, e por momentos, assim como aconteceu com Amani, eu dei razão e ele e ao que ele fazia. Afinal um líder não tem que pensar somente nas pessoas próximas, ele tem que pensar no todo. Gostei bastante da autora ter mostrado o vilão como um ser humano também.

E teve vários outros personagens que eu poderia ficar aqui falando o dia todo sobre eles, como Shazad, outra personagem feminina incrível, Rahim e sua irmã Leyla, Hala, Sam e outros que estão fazendo dessa trilogia uma das melhores fantasias que li nos últimos tempos. Mas sei que o povo não lê resenhas enormes e antes de finalizar quero falar de dois problemas que sempre vejo nas edições da editora. Primeiro é os marcadores que vem junto na orelha. Não sei se sou só eu, mas nunca consigo cortar eles certo e sempre corto um pedaço do livro junto hehe. E o segundo é eles colarem uma etiqueta na capa dos livros que são cortesias. A cola não sai direito e as vezes sai pedaços da capa junto quando retira elas. Custa carimbar dentro igual as outras editoras e deixar a capa livre? Capa essa que segue o mesmo padrão da anterior e é tão linda quanto. Enfim, mais do que recomendo o livro.

Nota:







21 novembro 2018

Resenha | A Rebelde do Deserto - Alwyn Hamilton


Livro: A Rebelde do Deserto
Série: A Rebelde do Deserto #1
Gênero: Fantasia
Autora: Alwyn Hamilton
Editora: Seguinte
Páginas: 283
Ano: 2016

Resenha:
Amani Al’Hiza é uma órfã que vive na Vila da Poeira, no Último Condado, uma das cidades mais pobres de Miraji, nação dominada pelo deserto. A economia local gira em torno da fabricação de armas, e para sobreviver as pessoas, ou trabalham nas minas de ferro, ou nas fabricas de armas. Depois que sua mãe faleceu, Amani foi morar com seus tios, que apesar de tê-la recebido em sua casa, tratam Amani muito mal e ela sonha com o dia em que vai ter uma vida melhor, o dia em que vai poder ir para Izman, a capital de Miraji. O problema é que Amani não tem nenhum dinheiro para sair da Vila da Poeira. Mas quando ela ouve seu tio falando que já está na hora de Amani se casar com alguém que dome ela, até com ele mesmo se necessário, Amani decide usar a unica coisa que aprendeu a fazer em sua vida: atirar.

Amani sabe que na cidade de Tiroteio existe um concurso de tiro onde o prêmio para o vencedor é o dinheiro que ela precisa para fugir para a capital. E como ela cresceu com uma arma na mão derrubando garrafas vazias, ela sabe que pode sair do concurso vitoriosa. Mas como ela é uma mulher e mulheres, pobres e órfãos não tem vida fácil em Miraji, Amani se veste de menino e se inscreve para o concurso. E ela consegue chegar até a final do concurso, junto com o vencedor da casa e um forasteiro, que atira tão bem quanto ela. Mas antes da prova final, um garoto que apoia Ahmed, o filho rebelde do sultão, é pego como traidor e acaba sendo colocado como alvo dos tiros, o que resulta em uma confusão e Amani precisa fugir sem o prêmio para não ser presa.

No dia seguinte o caminho de Amani e do forasteiro, que diz se chamar Jin, volta a se cruzar. E Amani acaba salvando a vida dele, que está sendo procurado pelo exercito do sultão por traição, e em troca pede que Jin a ajude a fugir para a capital. Ele nega, e antes que Amani possa convencê-lo, começa uma confusão pois tem um Buraqi, um cavalo do deserto feito de areia, vento e fogo solto na Vila. Amani vê ali sua chance de conseguir fugir e até consegue capturar o animal. Mas ela é reconhecida como o "Bandido de Olhos Azuis" do concurso de tiros da outra noite. E quando percebe já está montada no Buraqi com Jin, fugindo do Exército do sultão. E no caminho Amani vai ter que enfrentar não só o exército do sultão, mas também as criaturas imortais que habitam Miraji e seus arredores. E nessa jornada ela vai aprender mais sobre si mesma e vai ter que fazer escolhas que podem decidir não somente sua vida, mas a de todos em Miraji. 

“– Você é este país, Amani. – ele disse, mais baixo agora. – Mais viva  do que qualquer coisa deveria  ser neste lugar. Toda feita de fogo e pólvora, com um dedo sempre no gatilho”.

Eu esperava gostar desse livro, mas não esperava gostar tanto. Gente que livro, que história, que protagonista. A autora inseriu uma mistura de faroeste com mitologia árabe que se passa em um deserto e tudo o que tinha para dar errado, acabou dando certo nessa história. Poderia ser apenas mais um livro de fantasia com os clichês do gênero, mas foi o contrário disso. A história se tornou unica, principalmente por causa do casal de protagonistas, Amani e Jin. Eles se gostam logo de cara, e claro que logo torcemos por um romance. Mas o que marca esse casal, é o respeito que um tem pelo outro, principalmente Jin, que apesar de viver em um lugar dominado pelo machismo, não saiu aos seus.

É lindo de ver como eles se tratam como iguais, como um ouve a opinião e as ideias do outro, eles discordam, mas se respeitam, um sabe o valor que o outro tem. Os dois erram, mas aprendem com os erros, e esse foi outro dos pontos fortes do livro, acompanhar o crescimentos dos personagens, principalmente da Amani, já que a história é narrada em primeira pessoa por ela. E tem vários personagens secundários que ganharam algum destaque do meio do livro em diante e que acredito que terão um papel maior nos próximos volumes da trilogia, como o Ahmed e alguns de seus seguidores.

Outra coisa que gostei foi que a história parece ter sido dividida em duas partes. Na primeira temos mais sobre a vida de Amani na vila, e de como sair de lá é tudo o que importa para ela. Já na segunda parte é onde entra a magia e é onde vemos uma Amani mais amadurecida, uma Amani que já não pensa somente nela, mas no todo e suas decisões agora são diferentes das tomadas no começo do livro. Espero que no segundo livro a autora não mude essa evolução e estrague tudo hehe.

Uma das coisas que também me chamou a atenção foi que a escrita da autora é daquelas que a gente assiste o que está acontecendo, principalmente nas cenas das batalhas. Eu não sou tão fã de filmes de lutas, mas teve uma das cenas que fiquei embasbacada e visualizei tudo o que estava sendo narrado ali. E o final não tem aquele gancho para o próximo livro que te deixa eu preciso ler o segundo, mas gostei da forma como terminou e espero que o segundo livro continue no mesmo nível, até porque agora minhas expectativas estão altas hehe. Quanto a edição está muito bonita e a capa e as cores escolhidas são maravilhosas. Só tenho que reclamar da editora colocar o marcador na orelha. Eu nunca consigo cortar ele certo hehe. Se você gosta de livros de fantasia, com certeza vai amar esse.

Nota:






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