Livro: O Mundo Perdido
Série: Jurassic Park #2
#1 - Jurassic Park
Gênero: Ficção Científica, Terror
Autor: Michael Crichton
Editora: Aleph
Páginas: 488
Ano: 2016
Resenha:
Anos atrás John Hammond através da sua empresa InGen conseguiu o que parecia ser um sonho: reviver os dinossauros, e acreditou que podia ter um parque na Isla Nublar, perto da Costa Rica, como se fosse um zoológico de dinossauros, o Jurassic Park. Mas as coisas não saíram como o esperado e todos os envolvidos fizeram um acordo para manter segredo sobre o ocorrido. Mas existem coisas que não se consegue manter escondidas por muito tempo, principalmente se essas coisas estão vivas e fora de controle. E volta e meia se ouve sobre algum animal estranho que foi encontrado em alguma das ilhas da Costa Rica. Isso desperta a curiosidade do paleontólogo Richard Levine.
Levine procura o matemático Ian Malcolm, que ele acredita esconder alguma coisa, mas Malcolm nega tudo, o que não demove Levine de sua ideia de encontrar dinossauros vivos. Levine continua investigando e organiza uma expedição com Jack Thorne, um especialista em veículos adaptados para safáris e ainda inclui duas crianças em sua equipe Kelly e Arby, mas sem contar a nenhum deles seu real objetivo. E quando Levine desaparece, eles conseguem falar com ele por um telefone via satélite e acabam descobrindo que Levine não esperou sua própria expedição e está em uma ilha correndo risco de vida.
Em uma visita à casa de Levine, Thorne e as crianças descobrem que ele estava obcecado por um tal Local B e que estava trabalhando nisso junto com Malcolm. Com a ajuda de Arby eles acabam descobrindo que o Local B fica na Isla Sorna e partem para lá o mais depressa possível sem perceber que as duas crianças estão indo juntas escondidas. Eles convidam a Dra. Sarah Harding, especialista em comportamento animal, para ir com eles mas acaba não dando tempo. Só que Sarah consegue chegar a ilha, mas junto a equipe da Biosyn, rival da InGen que estava seguindo Levine. E se Malcolm acreditou ter vivido um pesadelo na Isla Nublar, ele não tem nem ideia dos horrores que o aguardam em Sorna.
Apesar da franquia Jurassic Park estar no meu top cinco de filmes favoritos da vida, quando o assunto são os livros eu fico relutante em ler porque se encaixa em um gênero que eu não sou tão fã: ficção científica. Mas nesse ano estou participando de um desafio cujo tema de abril era fugir da minha zona de conforto e acabei escolhendo esse gênero e o livro O Mundo Perdido que está parado na minha estante tem bastante tempo já. E depois de ler o livro fico pensando porque não li ele antes, porque ele é simplesmente maravilhoso e tão bom quanto o filme, se não até melhor.
É claro que temos algumas diferenças claras entre um e outro, além de mudanças pouco ou bastante significativas em vários detalhes da história, o que fica mais evidente é que nos filmes temos o foco na aventura e na ação, enquanto nos livros o foco são os debates de assuntos relacionados ao meio. Em Jurassic Park o autor aborda bastante sobre a ética nas pesquisas genéticas e nesse ele fala sobre extinção das espécies, inclusive a humana. E imagine ler um livro falando sobre isso enquanto um vírus está devastando a Terra. Não poderia ter lido ele em melhor momento.
O autor escreveu esse livro meio que pressionado pelo sucesso que foi a adaptação de Jurassic Park, mas essa pressão não afetou a história em nenhum momento, ele é tão bom quanto o primeiro livro. O primeiro livro é sim mais interessante por toda a "descoberta" que temos ao ser inseridos nesse mundo maravilhoso dos dinossauros, mas esse segundo não deixa a desejar no quesito emoção. Eu devorei as quase quinhentas páginas do livro em um dia. Não sei se é a escrita do autor, os detalhes tão vívidos, o certo é que a impressão é de que estamos presentes na ilha junto com os personagens. A gente chega a sentir a aflição e o medo que eles sentem em cada cena.
E assim como aconteceu no livro anterior, temos as cenas clássicas do filme, como a cena em que os T-Rex derrubam os trailers no precipício. Que tenso essa cena. Você ver é uma coisa, mas ler a cena descrita nos menores detalhes parece que o terror fica ainda pior. Eu só não favoritei porque achei algumas cenas meio desnecessárias como em alguns momentos a ação sendo interrompida para os personagens ficarem conversando sobre um outro termo técnico que só é interessante para quem já é fã de ficção científica. Mas fora isso achei o livro maravilhoso e indico para todos. Quanto a edição, não gosto de livros sem orelhas, mas amei essa edição da Aleph que está tão linda quanto a do primeiro livro.
Nota:
É claro que temos algumas diferenças claras entre um e outro, além de mudanças pouco ou bastante significativas em vários detalhes da história, o que fica mais evidente é que nos filmes temos o foco na aventura e na ação, enquanto nos livros o foco são os debates de assuntos relacionados ao meio. Em Jurassic Park o autor aborda bastante sobre a ética nas pesquisas genéticas e nesse ele fala sobre extinção das espécies, inclusive a humana. E imagine ler um livro falando sobre isso enquanto um vírus está devastando a Terra. Não poderia ter lido ele em melhor momento.
O autor escreveu esse livro meio que pressionado pelo sucesso que foi a adaptação de Jurassic Park, mas essa pressão não afetou a história em nenhum momento, ele é tão bom quanto o primeiro livro. O primeiro livro é sim mais interessante por toda a "descoberta" que temos ao ser inseridos nesse mundo maravilhoso dos dinossauros, mas esse segundo não deixa a desejar no quesito emoção. Eu devorei as quase quinhentas páginas do livro em um dia. Não sei se é a escrita do autor, os detalhes tão vívidos, o certo é que a impressão é de que estamos presentes na ilha junto com os personagens. A gente chega a sentir a aflição e o medo que eles sentem em cada cena.
E assim como aconteceu no livro anterior, temos as cenas clássicas do filme, como a cena em que os T-Rex derrubam os trailers no precipício. Que tenso essa cena. Você ver é uma coisa, mas ler a cena descrita nos menores detalhes parece que o terror fica ainda pior. Eu só não favoritei porque achei algumas cenas meio desnecessárias como em alguns momentos a ação sendo interrompida para os personagens ficarem conversando sobre um outro termo técnico que só é interessante para quem já é fã de ficção científica. Mas fora isso achei o livro maravilhoso e indico para todos. Quanto a edição, não gosto de livros sem orelhas, mas amei essa edição da Aleph que está tão linda quanto a do primeiro livro.
Nota:








