Livro: Submissa
Série: The Enforcers #1
Gênero: Romance Erótico
Autora: Maya Banks
Editora: Gutenberg
Páginas: 321
Ano: 2017
Resenha:
Evangeline Hawthorn não sabe onde estava com a cabeça quando se deixou convencer por suas amigas a entrar nessa roubada. Está na cara e em todo o resto que ela não combina nenhum pouco com o ambiente luxuoso e sensual da boate Impulse. Está estampado nas suas atitudes a inocência e a ingenuidade de uma garota que veio do interior com a cara e a coragem para ajudar seus pais. Ela precisou sair da escola e trabalhar para conseguir garantir a sobrevivência da sua família depois que seu pai sofreu um acidente e ficou impossibilitado de trabalhar. Mas como na cidade grande as oportunidades, e os salários são melhores, ela deixou sua cidade e veio para Nova Iorque para trabalhar como garçonete, mas não deixou de ser a garota simples que sempre foi. E esse foi seu erro e logo na primeira oportunidade caiu na lábia do sem escrúpulo do seu ex-namorado Eddie.
Ele fez de tudo para conseguir tirar a virgindade de Evangeline e assim que conseguiu humilhou Evangeline dizendo que transar com ela era o mesmo que transar com um boneco de neve, levando com ele além da virgindade, o pouco de autoestima que ela tinha, já que Evangeline não consegue ver a garota linda que suas amigas insistem que ela é. Mas ainda assim ela se deixa convencer e aceita o convite VIP de uma das amigas e vai até a Impulse toda produzida para mostrar a Eddie, que é frequentador assíduo da boate, o que ele perdeu. E a coisa toda só podia terminar mal, e só não ficou pior porque Drake Donovan, dono da Impulse, estava observando Evangeline desde que ela entrou na boate e manda um dos seus segurança salvar Evangeline da fúria de Eddie.
Drake ralou muito nessa vida para chegar onde chegou, um magnata respeitado e temido por todos. Ele é implacável nos negócios e no prazer e nunca sai com a mesma mulher mais de uma vez. E ele mesmo fica surpreso quando sente uma enorme atracão pela garota ingenua e completamente deslocada que ele vê entrando em sua boate. E quando ele vê aquele homem tentar agredi-la, sua reação é mandar que tragam Evangeline até ele. E quando eles ficam frente a frente, Drake não resiste e beija Evangeline como se não houvesse amanha e decide ali naquele momento que vai ter Evangeline de um jeito ou de outro. Ele então faz a proposta, que num primeiro momento Evangeline acha absurda, ela vai ter tudo que o dinheiro pode comprar desde que seja totalmente submissa a Drake, mas sem pensar nas consequências acaba aceitando.
"— A quem você pertence, Angel? — ele perguntou ríspido
— A você... — ela sussurou
— Quem é o seu dono? A quem você deve obedecer sempre sem questionar?
— Você, Drake."
Depois que li Cinquenta tons confesso que tenho fugido de livros com a mesma temática. Mas quando recebi o convite da editora para resenhar o livro, acabei aceitando ler ele. Primeiro porque faz muito tempo que não leio nada do gênero e, segundo porque é da Maya Banks, autora que quero ler há muito tempo. E já comecei gostando da capa. Sei que tem gente que ama as capas dos livros do gênero, com aqueles modelos sarados e todo tatuado. Mas eu odeio esse tipo de capa. O que me passa é que o livro não tem conteúdo e precisa de um cara despido na capa para vender ele. Tipo comercial de cerveja. Mas cada um tem sua opinião e sei que sou do contra hehe. Por isso gostei muito dessa capa, só por ser diferente já me ganhou.
Agora a história, Meu Deus! Eu que achei que não ia encontrar alguém pior que o Grey, vi que estava enganada. O Drake consegue ser mil vezes pior que ele. Drake é tudo o que o Grey é, controlador ao extremo, não aceita ser desobedecido nem questionado, só que diferente do Grey, como aqui temos a sua visão da história, podemos ver que ele gosta de humilhar as pessoas e faz uma m*** atrás da outra com a Evangeline, isso porque diz que ela é um anjo em sua vida e que quer protegê-la. Imagine se não gostasse da garota então. E o final gente, o que foi aquilo. Eu sinceramente espero, e vou ler o segundo livro somente por isso, que a Evangeline dê uma bela lição nele porque se não, eu perco minha confiança nas mulheres.
Eu não entendo muito desse mundo BDSM, mas acredito que para a pessoa entrar para ele tem que ter um certo conhecimento de onde está se metendo. Por isso achei bem inverosímel uma garota ingenua como a Evangeline aceitar ser a submissa de alguém que ela conhece a menos de dois dias e que até então só lhe causou medo em grande parte desse tempo, na outra parte ele estava fazendo sexo oral nela, outra coisa que também acho dificil acreditar que tivesse acontecido com uma pessoa como ela poucos minutos depois de conhecer Drake. E se fosse para ser coerente, Drake nem teria feito tal sugestão porque dava para se ver a quilômetros que uma pessoa com a falta de amor próprio como a Evangeline nunca que ia conseguir lidar com o que ser Submissa representa.
Como disse, não sei muito sobre o assunto, mas achava que isso de ser Submissa era algo sexual, somente entre quatro paredes, por isso fui pesquisar e vi que não, tem casais que fazem isso o tempo todo. E não querendo julgar ninguém porque cada um faz o que quer da sua vida, mas eu particularmente não daria para um negócio desse não. Primeiro porque acredito em parceria e não em um dando as ordens e o outro obedecendo. E segundo porque acho que nada vale a minha liberdade. E aqui volto ao livro. Quanto valia a liberdade de Evangeline e seu direito de escolha? Tá certo que ela era muito pobre e nunca teve nada, só o básico para sobreviver e teve que cuidar de seus pais desde os seus nove anos. Mas se sujeitar as humilhações que ela se sujeitou por causa de dinheiro? E mesmo se sentindo mal com cada joia que recebia, ela ainda assim continuava fazendo.
Agora a história, Meu Deus! Eu que achei que não ia encontrar alguém pior que o Grey, vi que estava enganada. O Drake consegue ser mil vezes pior que ele. Drake é tudo o que o Grey é, controlador ao extremo, não aceita ser desobedecido nem questionado, só que diferente do Grey, como aqui temos a sua visão da história, podemos ver que ele gosta de humilhar as pessoas e faz uma m*** atrás da outra com a Evangeline, isso porque diz que ela é um anjo em sua vida e que quer protegê-la. Imagine se não gostasse da garota então. E o final gente, o que foi aquilo. Eu sinceramente espero, e vou ler o segundo livro somente por isso, que a Evangeline dê uma bela lição nele porque se não, eu perco minha confiança nas mulheres.
Eu não entendo muito desse mundo BDSM, mas acredito que para a pessoa entrar para ele tem que ter um certo conhecimento de onde está se metendo. Por isso achei bem inverosímel uma garota ingenua como a Evangeline aceitar ser a submissa de alguém que ela conhece a menos de dois dias e que até então só lhe causou medo em grande parte desse tempo, na outra parte ele estava fazendo sexo oral nela, outra coisa que também acho dificil acreditar que tivesse acontecido com uma pessoa como ela poucos minutos depois de conhecer Drake. E se fosse para ser coerente, Drake nem teria feito tal sugestão porque dava para se ver a quilômetros que uma pessoa com a falta de amor próprio como a Evangeline nunca que ia conseguir lidar com o que ser Submissa representa.
Como disse, não sei muito sobre o assunto, mas achava que isso de ser Submissa era algo sexual, somente entre quatro paredes, por isso fui pesquisar e vi que não, tem casais que fazem isso o tempo todo. E não querendo julgar ninguém porque cada um faz o que quer da sua vida, mas eu particularmente não daria para um negócio desse não. Primeiro porque acredito em parceria e não em um dando as ordens e o outro obedecendo. E segundo porque acho que nada vale a minha liberdade. E aqui volto ao livro. Quanto valia a liberdade de Evangeline e seu direito de escolha? Tá certo que ela era muito pobre e nunca teve nada, só o básico para sobreviver e teve que cuidar de seus pais desde os seus nove anos. Mas se sujeitar as humilhações que ela se sujeitou por causa de dinheiro? E mesmo se sentindo mal com cada joia que recebia, ela ainda assim continuava fazendo.
Mas enfim, mesmo odiando Drake e o que ele fez, eu tenho que tirar o meu chapéu para a autora. Com certeza irei ler outros livros dela, porque a escrita dela é viciante. Eu peguei o livro para dar uma olhada e quando percebi já estava na página 60. Dai a terminar o livro foi um pulo. E também não posso julgar o livro somente pela minha opinião pessoal, já que sei que sou minoria nesse assunto. Mas pensei muito antes de dar minha nota. Eu participo de um grupo no facebook que tem muitos fãs do gênero e o conteúdo desse livro é exatamente o que o povo gosta de ler. Por isso dei a nota baseado nisso, porque sei que muita gente vai gostar bastante da história. Se você é fã de livros do gênero, ele é um prato cheio. Tem tudo o que o gênero oferece e ainda por cima é escrito por uma ótima autora.
Nota:
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