Mostrando postagens com marcador #IDY. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #IDY. Mostrar todas as postagens

09 janeiro 2021

Desafios 2020 finalizados

Esse ano resolvi participar de dois desafios, o #IDYMD e o #DesafioMulheresDa Literatura. Hoje vou mostrar para vocês quais foram os livros lidos durante o ano. Se quiser conferir minha opinião sobre eles é só clicar no título do livro para ler a resenha.

#DesafioMulheresdaLiteratura

Janeiro: Livro de um país que você quer visitar

Onde Cantam os Pássaros - Evie Wyld


Fevereiro: Livro de fantasia de uma autora negra

Filhos de Sangue e Osso - Tomi Adeyemi


Março: Biografia ou livro de não-ficção

Não basta não ser racista - Sejamos antirracistas - Robin Diangelo


Abril: Romance de uma autora sul-americana

A Noiva do Barão - Simone O. Marques


Maio: Um livro de sci-fi ou space opera

Warcross - Marie Lu


Junho: Um livro LGBTQ+

O Amor Não é Óbvio - Elayne Baeta


Julho: Um jovem adulto contemporâneo de um autora não-branca

O ódio que você semeia - Angie Thomas


Agosto: O segundo livro de uma série

Anne de Avonlea - L. M. Montgomery


Setembro: Um livro clássico nacional

Úrsula e outras obras - Maria Firmina dos Reis


Outubro: Livro com bruxas, fantasmas ou demônios

Casa de Terra e Sangue - Sarah J. Maas


Novembro: Um Livro Onde a Amizade é o foco

Amigas Para Sempre - Kristin Hannah


Dezembro: Um livro onde o protagonista é uma criança

O Jardim Secreto - Frances Hodgson Burnett




#IDYMD

Janeiro: Um livro de terror ou suspense

Esposa Perfeita - Karin Slaughter


Fevereiro: Um livro clássico ou um romance

Os Miseráveis - Victor Hugo


Março: Um livro adaptado para os cinemas ou TV

A Bússola de Ouro - Philip Pullman


Abril: Saia da sua zona de conforto

O Mundo Perdido - Michael Crichton


Maio: Inicie uma série ou trilogia

O Ceifador - Neal Shusterman


Junho: Livro de um autor japonês

Confissões - Kanae Minato


Julho: Nova versão de um conto de fadas

A Pequena Sereia e o Reino das Ilusões - Louise O'Neill


Agosto: Um livro de fantasia ou ficção-científica

O Rei Perverso - Holly Black


Setembro: Um autor que você nunca leu

Codinome Villanelle - Luke Jennings


Outubro: Um livro que se passe na Europa

A Irmã da Lua - Lucinda Riley


Novembro: Um autor brasileiro

Eu Vejo Kate - O Despertar De Um Assassino - Cláudia Lemes


Dezembro: Livro inacabado ou abandonado 

O caso da mansão Deboën - Edgar Cantero 


E foi isso. 2021 o meu desafio será ler os livros parados na estante e tentar não comprar mais livros físicos e optar pelos e-books.






23 março 2020

Resenha | A Bússola de Ouro - Philip Pullman


Livro: A Bússola de Ouro
Série: Fronteiras do Universo # 1
Gênero: Fantasia, InfantoJuvenil
Autor: Philip Pullman
Editora: Suma
Páginas: 344
Ano: 2017

Resenha:
Lyra Belacqua tem doze anos e cresceu nas dependências da Faculdade Jordan, em Oxford. Ela foi deixada ali ainda muito pequena pelo seu tio, Lorde Asriel. Como é uma órfã, Lyra encontrou nos catedráticos e nos criados da faculdade uma espécie de família e aprendeu o que cada um deles tinha a lhe ensinar. E na companhia de Roger, o ajudante de cozinha que é seu melhor amigo, Lyra sempre está explorando cada canto da faculdade e conhece quase tudo como a palma da sua mão. Quase, porque tem uma sala privativa onde somente são admitidos os catedráticos e seus convidados e nunca uma mulher colocou os pés no aposento, nem para limpar.

E é exatamente nesse local que Lyra se encontra quando começa nossa história. Contra a vontade de seu daemon Pantalaimon, que ainda não assumiu sua forma definitiva, Lyra decide que vai saber o que tem dentro da sala que uma mulher não pode ver e quase é pega pelo próprio reitor. Lyra mal tem tempo de se esconder antes do reitor entrar na sala e é assim que ela descobre que o reitor está tentando matar seu tio ao envenenar seu vinho. Lyra consegue alertar Lorde Asriel e como agradecimento ela ganha a oportunidade de poder presenciar as noticias que seu tio trouxe de sua ultima viagem: ele descobriu a existência de um outro mundo e de um Pó que até o momento não se sabe muito sobre ele.

Mas Lyra nem tem tempo de pensar nessas descobertas porque outra coisa desvia sua atenção, várias crianças estão desaparecendo por todo lado e dessa vez o "sortudo" foi Roger. E apesar de ficar muito preocupada, no mesmo dia chega na faculdade a Sra. Coulter, que deixa Lyra fascinada e ela até esquece o que aconteceu com seu amigo. E Lyra gosta tanto da Sra. Coulter que o reitor dá permissão para que a mulher leve Lyra com ela em sua próxima viagem para o Norte, mas antes entrega a Lyra um aletiômetro, um objeto parecido com uma bússola e pede segredo sobre sua existência. Lyra parte feliz já que é para lá que dizem, as crianças desaparecidas estão sendo levadas. E também foi onde lorde Asriel fez suas descobertas. Mas ela nem imagina que essa aventura pode custar sua vida.


Eu conheci essa história pela adaptação para o cinema. Mas já quando assisti vi muita gente falando que o livro era muito melhor que o filme, e que até por isso não adaptaram as continuações. Mas apesar de eu ter ficado curiosa pela história, até porque gostei bastante do filme, como não li não tinha com o que comparar, não me interessei em ler os livros. Mas então recebi da editora o livro La Belle Sauvage, primeiro volume da série O Livro das Sombras, uma história que se passa dez antes da Trilogia As Fronteiras do Universo, quando Lyra ainda é apenas um bebê e acabei amando a história e resolvi ler a trilogia. Comprei os três livros, mas só agora consegui ler eles.

Mas infelizmente não gostei tanto quanto eu esperava. Gostei, sim, mas não atingiu as minhas expectativas e por isso não dei nota máxima. O livro é melhor que o filme, tem muito mais detalhes e o foco não é tanto nas aventuras como no filme. No livro vamos conhecer bem mais sobre o universo em si que o autor criou e também vamos nos familiarizar mais com os objetos e termos que no filme só vemos de relance. O que me deixou um pouco decepcionada foi o final do livro. Está certo de que é uma trilogia e que a história com certeza seria com um final aberto. Mas ficou muitas coisas sem respostas e acabou de um jeito tão sem graça que até virei a página pensando que teria mais um capítulo.

Acho que acabei mal acostumada pelos últimos livros do gênero que li em que os finais são de arrancar os cabelos e de matar um para conseguir ter o próximo livro em mãos. E também teve outra coisa que não gostei tanto assim, que foi a protagonista. Achei a Lyra muito irritante e mimada em boa parte da história, e só fui me conectar com ela lá pela metade do livro. E acredito que se conectar com a protagonista é algo essencial para amar uma história. Apesar de seus doze anos Lyra é retratada mais como uma criança do que como uma adolescente, e com isso o livro seria mais voltado para um publico juvenil. Mas o caso é que o autor aborda questões mais adultas, então ficou meio que essa discrepância na história.

E também achei ele mais adulto no sentido vilões. Me desculpem se for spoiler, mas não tem ninguém bom nessa história. Até quem a gente acha que é bom acaba descobrindo que não é. Mas mesmo com a vilania, a Nicole Kidman, vulgo Sra. Coulter, foi a personagem que mais me interessou no livro. E o que mais gostei no livro sem duvida foi a relação dos humanos com seus daemons. Teve uma cena que até chorei de tanto que mexeu comigo. Mas apesar de tudo que falei, ainda assim é um livro muito bom e com certeza vou querer ler o próximo. E não posso deixar de falar dessa capa que está mais do que linda, ainda mais nesse azul que é uma das minhas cores favoritas.

Nota:










25 fevereiro 2020

Resenha | Os Miseráveis - Victor Hugo


Livro: Os Miseráveis
Série: Não
Gênero: Drama
Autor: Victor Hugo
Editora: Martin Claret
Páginas: 1512
Ano: 2014

Sinopse:
Esta obra é uma poderosa denúncia a todos os tipos de injustiça humana. Narra a emocionante história de Jean Valjean — o homem que, por ter roubado um pão, é condenado a dezenove anos de prisão. Os miseráveis é um livro inquietantemente religioso e político.

Resenha: 
Para quem ainda não sabe esse ano estou participando do IDY, um desafio literário bem bacana que resolvi participar para me incentivar a ler alguns livros que estão parados na minha estante. E justamente meu primeiro pensamento foi que se tivesse um clássico eu ia ler Os Miseráveis. Mas como ele tem 1512 páginas resolvi começar já em janeiro para dar conta de ler até em fevereiro, que é o mês onde o desafio é um livro clássico. Mas acabei me enrolando e ainda bem que existe feriado de carnaval hehe.

E antes de mais nada quero deixar registrado o meu arrependimento ao ter comprado essa edição específica do livro. Gente que sufoco para ler. Eu pesei o livro e ele pesa quase dois quilos e meio. Agora imaginem segurar esse peso durante uma hora de leitura. Achei a edição tão maravilhosa, porque ela é, que nem pensei na hora de ler. Acho que essa edição é mais para colecionador mesmo, porque para leitor tem que ser uma edição dividida. Se pensar que um livro tem em média 300 páginas, seriam cinco livros em um.

E ele é até divido em cinco partes mesmo. Não sei sobre as outras edições, mas eu acabei comprando uma que pode ter feito com que eu não apreciasse a história como deveria. Antes de começar a história em si temos um apanhado sobre o autor e eu que ainda não conhecia nada sobre ele, mesmo já tendo lido O corcunda de Notre-Dame, fiquei surpresa em saber que ele contagiou grandes nomes da literatura nacional como José de Alencar, Castro Alves e Machado de Assis.


E além do peso do livro outra coisa que me incomodou bastante foi a linguagem. Eu vi algumas pessoas que já leram outras versões da história dizendo que nessa edição a linguagem está bem mais fácil. Se essa é a mais fácil fiquei pensando como seria a dificil então. E outra coisa que quase me fez desistir da leitura foram os "detalhes". O autor tem as mesmas características do Stephen King, um autor que eu nunca gostei de ler por causa do tanto que ele enrola para chegar ao ponto.

As primeiras cem paginas do livro são bem maçantes. Tem um capitulo inteiro onde ele descreve a casa de um dos personagens, o bispo de Digne. Outra hora descreve o funcionamento dos esgotos na cidade (18 páginas). E assim segue o livro todo. Detalhes e mais detalhes de coisas irrelevantes para a história. O próprio autor diz isso em algumas passagens. Depois de ficar um monte de páginas falando sobre um assunto, ele encerra dizendo que aquilo não é relevante para a história. Porque escreveu então?

A história em si mesmo, fica até em segundo plano para o tanto de coisas que o autor aborda no livro. Inclusive para os amantes de História temos uma descrição detalhada da Batalha de Waterloo. O que não é o meu caso. E até as criticas sociais e politicas eu achei entediante pelo tanto de páginas e mais páginas descrevendo coisas que não tinham nenhuma relevância. Acredito que ele quis usar de uma história de ficção para fazer suas criticas, mas o excesso de descrição acabou tornando o livro chato e monótono.


Quando o autor focava na história o livro me prendia, eu lia páginas e páginas sem nem perceber. Mas quando eu pensava que a coisa ia engrenar lá ia ele de novo divagar por outros assuntos. E minha mente também ia, mas para qualquer coisa que não fosse o que eu estava lendo. É uma pena porque a história é fascinante, principalmente os personagens, mas com todos esses "detalhes" ela se torna chata. Mas acho que isso se deve a minha escolha de edição, porque vi algumas com 250 páginas que provavelmente tem só o essencial.

E para tirar essa má impressão que o livro deixou resolvi assistir o filme e assisti a versão que tem na Netflix. E foi outra dificuldade porque o filme é um musical, o que eu não gosto. Mas no filme temos só a história em si, o que deveria ter acontecido no livro e acabei gostando mais do filme do que do livro. E sem falar nos atores que estão maravilhosos. Quanto ao machismo presente nas palavras do autor eu vou até relevar porque esse tipo de coisa era "normal" na época em que o livro foi escrito.

Emfim, é um livro que apesar de não ter gostado tanto assim eu recomendo, porque afinal é um clássico que apesar da época em que foi escrito poderia ser uma história atual, porque a miséria é a mesma, se não pior. E temos nele uma história maravilhosa que seria um livro perfeito se não fossem as divagações do autor e o excesso de descrição em quase todas as cenas.

Nota:












06 janeiro 2020

Resenha | Esposa Perfeita - Karin Slaughter


Livro: Esposa Perfeita
Série: Will Trent #8
Gênero: Suspense
Autora: Karin Slaughter
Editora: HarperCollins Brasil
Páginas: 464
Ano: 2017

Resenha:
Faz anos que Angie teve a oportunidade de segurar sua filha em seus braços, mas quando a enfermeira ofereceu a criança recém-nascida, ela rejeitou. Agora ela teve uma segunda chance. Mas em vez de sua bebê perfeita, Angie está diante de uma garota se esvaindo em sangue. Ela ainda não morreu porque a lâmina em seu peito está mantendo o sangue no corpo, mas é questão de tempo até seu coração bater pela ultima vez. E como se não bastasse, ela também está perdendo muito sangue por causa da ferida em suas costelas. E o suposto assassino de sua filha está prestes a entrar no comodo em que elas estão. E Angie só tem uma maçaneta de porta para se defender.

Will Trent estava no veterinário quando sua parceira Faith Mitchell chegou dizendo que eles estavam atrasados para seu novo caso. A vitima é o detetive aposentado Dale Harding e seu corpo foi encontrado na boate de Marcus Rippy, o jogador de basquete profissional que até uns dias atrás estava sendo investigado por Will por estupro. Foram sete meses de investigação para os advogados caros de Marcus fazerem seu serviço e ele nem ser levado a julgamento. A sala onde Harding foi encontrada está repleta de sangue, mas quando Sara Linton, médica legista e namorada de Will, examina a cena, ela diz que o sangue na sala não é do detetive, que só tem um ferimento de uma maçaneta no pescoço.

Havia uma mulher na cena e pela quantidade de sangue ela provavelmente vai morrer nas próximas horas. Mas isso nem é o mais chocante. Uma arma é encontrada no local e ela pertence a Angie Polaski, esposa de Will. A esposa que Will conhece desde os onze anos quando se encontraram em um orfanato. E a esposa que Will vem tentando encontrar no último ano para que ela assine o divórcio. Angie fez da vida de Will um inferno. Ela é o tipo de pessoa tóxica que consegue tirar o pior dele. E agora ela parece ter dado o golpe final, porque Will não sabe se sua carreira, seu relacionamento amoroso ou mesmo sua vida vai resistir depois disso.

"— Certo, Angie está ferrando com ele. Com que objetivo?
— Está ganhando tempo.
— Para quê?
— Essa é a pergunta que vale sessenta mil dólares, não? Qual é o objetivo de Angie Polaski?"

Esse é o terceiro livro que leio da autora e mesmo já conhecendo a qualidade da escrita dela, ainda assim me surpreendi. É claro que o livro tem defeitos, mas a Karin está entre minhas autoras favoritas do gênero. Eu escolhi esse livro para o primeiro livro do desafio que estou participando, o IDY. Eu já participei de outras edições dele no passado e esse ano topei participar novamente porque quero dar uma desencalhada na estante. O tema escolhido para o mês de janeiro é um livro de terror ou suspense, e optei por suspense e claro já pensei em Esposa Perfeita que está parado na minha estante faz tempo.

E vou começar falando do que não gostei no livro. Quem lê no ônibus por exemplo como eu, já desista da ideia porque os capítulos são enormes. Tem capítulos que tem quase cinquenta páginas. E confesso, isso deu uma quebrada no ritmo da leitura. Mesmo a história sendo intensa, os capítulos enormes deixam a história cansativa sim. Ainda mais que o livro tem quase quinhentas páginas. Outra coisa que me incomodou e isso não é defeito do livro e sim das editoras, e isso acontece muito aqui no Brasil, foi que o livro é o oitavo de uma série. A série é intitulada Will Trent, mas pelo que andei lendo todos os personagens desse livro aparecem nos livros anteriores. E mesmo esse caso do livro tendo começo, meio e fim, envolve a vida do personagem principal e com certeza quem leu os outros livros da série, aproveitou muito mais a leitura.


Mas fora isso eu amei tudo o que li. A narração é em terceira pessoa e cada capítulo acompanha um dos personagens, o que deu uma visão bem completa do que estava acontecendo na história. E como disse antes, mais uma vez fui surpreendida pela competência da autora em criar uma história que pode ter vários finais diferentes e o final escolhido é claro, é o que a gente não imaginou. E ela amarra todas as pontas soltas durante o livro e a gente vê que o quebra cabeça ficou completo, mas se ela quisesse poderia tê-lo montado de uma outra forma e teria se encaixado da mesma maneira. Eu gosto muito de autores que conseguem fazer isso, mostra o quanto ele é genial e o quanto sua história é boa.

Quanto aos personagens, Will é alguém que a gente se apega logo de cara, mas como disse antes, quem acompanhou sua história até agora entendeu muito melhor sua personalidade e o porque da situação tê-lo afetado tanto. Sara também já gostei logo de cara, e me solidarizei com ela e achei que ela foi até muito controlada por tudo o que aconteceu. Faith também é um personagem muito interessante e quero ler mais livros da série para conhecer mais de todos eles. Mas quem me ganhou mesmo foi a Amanda, chefe desse povo todo. Achei ela o personagem mais complexo da série. Agora quem me irritou e queria entrar no livro e dar uns safanões nela foi a Angie. Gente que personagem manipuladora e tóxica. Mas tenho que reconhecer que a fulana é muito inteligente e deu as cartas o tempo inteiro.

O livro é dividido em três partes, mais o prólogo e o epílogo. No prólogo vemos a cena do crime, na primeira parte temos a polícia investigando o caso, na segunda voltamos ao passado e conhecemos os passos de Angie até o dia do crime e no terceiro a resolução de tudo. Na primeira parte a gente acha que já descobriu tudo, mas dai entra a segunda e temos uma reviravolta que eu particularmente nunca que ia imaginar. E o final, eu tiro meu chapéu para a autora, porque ela foi incrível. E não posso deixar de falar sobre a violência presente na história, o que depois de três livros já percebi que é uma característica da autora. Temos estupro, relação abusiva e violência domestica. As cenas são nuas e cruas, ela não enfeita nada. Quanto a edição do livro eu confesso, tenho medo dessa capa. Mas adorei o livro ter uma jacket com um das capas a garota estando mergulhada no sangue.

Nota:









© Blog Prefácio ♥ 2016 - Todos os direitos reservados ♥ Criado por: Taty Salazar || Tecnologia do Blogger. imagem-logo